
A mais pura verdade me tocou hoje sem a menor premonição. Mentira, já deveria estar esperando porque vinha pensando nesse assunto nos últimos dias, então o fato de ter recibo essas idéias não foi algo inusitado, atraímos o que queremos. Quando se está refletindo sobre algo, inevitavelmente você o vê se repetindo inúmeras vezes ao ser redor.
Bom, foi assim então.
Estava estudando as teorias sobre a razão humana e eis que de repente recebo um texto enviado pelo meu irmão, de sua autoria, sobre filosofia de vida, conselhos e forma de pensar. E então a mais pura verdade me tocou quando vi a frase que reluzia como que tivesse sido escrita em letras douradas: “... para ler não precisa saber escrever, mas para conseguir escrever é preciso ler.” Parece banal e lógico, mas não é. Nem todos que estão lendo já refletiram sobre isso, eu mesmo nunca havia refletido profundamente antes de ter lido. E essa frase, escrita de maneira simples e direta me apontou para tal. Navegando por mares de idéias trazidos por seu texto percebi que as pessoas têm diferentes motivos, difíceis de compreender. Mas são seus motivos. Não adianta, não são nossos. Cada um faz de si e para si o que bem entender. Muitas não querem e ponto. Outras só querem ler e outras nem sabem sobre o que estou falando. Tentar entender os motivos não vale o esforço, somos seres individuais e por tanto individualmente incapazes nas mais diversas peculiaridades. As vezes somos frutos do meio. Somos tomados, inevitavelmente, por emoções e sentimentos complexos e indecifráveis, que moldam nosso estado de espírito e consequentemente nossas ações. Tentar nos desprender do que sentimos é vão. Fomos feitos dessa forma. É o mesmo que tentar nadar contra a correnteza. Cansa e morre afogado. O sábio, esses são poucos, permite que a correnteza o leve e tira proveito dessa força para chegar ao destino pretendido. O problema maior é que o sentimento é uma correnteza invisível que muda de direção a todo o momento e se comporta como maremoto, nos sacudindo de todos os lados. Ler e escrever requerem um estado de espírito quase sublime, ou ao menos, um barco seguro. Ou seja, é tarefa para poucos.
Meu irmão é um sábio. E foi ao dizer também nesse texto: “... lembre-se que o papel ainda funciona...”. Realmente, é muito mais fácil escrever no papel! Foi assim que fiz. Acho que assim vou escrever os próximos também, mesmo que atormentado por um mar de emoções.
Obrigado pelo presente meu amigo, não há outra forma de presentear que me agrade mais do que essa!
Bom, foi assim então.
Estava estudando as teorias sobre a razão humana e eis que de repente recebo um texto enviado pelo meu irmão, de sua autoria, sobre filosofia de vida, conselhos e forma de pensar. E então a mais pura verdade me tocou quando vi a frase que reluzia como que tivesse sido escrita em letras douradas: “... para ler não precisa saber escrever, mas para conseguir escrever é preciso ler.” Parece banal e lógico, mas não é. Nem todos que estão lendo já refletiram sobre isso, eu mesmo nunca havia refletido profundamente antes de ter lido. E essa frase, escrita de maneira simples e direta me apontou para tal. Navegando por mares de idéias trazidos por seu texto percebi que as pessoas têm diferentes motivos, difíceis de compreender. Mas são seus motivos. Não adianta, não são nossos. Cada um faz de si e para si o que bem entender. Muitas não querem e ponto. Outras só querem ler e outras nem sabem sobre o que estou falando. Tentar entender os motivos não vale o esforço, somos seres individuais e por tanto individualmente incapazes nas mais diversas peculiaridades. As vezes somos frutos do meio. Somos tomados, inevitavelmente, por emoções e sentimentos complexos e indecifráveis, que moldam nosso estado de espírito e consequentemente nossas ações. Tentar nos desprender do que sentimos é vão. Fomos feitos dessa forma. É o mesmo que tentar nadar contra a correnteza. Cansa e morre afogado. O sábio, esses são poucos, permite que a correnteza o leve e tira proveito dessa força para chegar ao destino pretendido. O problema maior é que o sentimento é uma correnteza invisível que muda de direção a todo o momento e se comporta como maremoto, nos sacudindo de todos os lados. Ler e escrever requerem um estado de espírito quase sublime, ou ao menos, um barco seguro. Ou seja, é tarefa para poucos.
Meu irmão é um sábio. E foi ao dizer também nesse texto: “... lembre-se que o papel ainda funciona...”. Realmente, é muito mais fácil escrever no papel! Foi assim que fiz. Acho que assim vou escrever os próximos também, mesmo que atormentado por um mar de emoções.
Obrigado pelo presente meu amigo, não há outra forma de presentear que me agrade mais do que essa!



